Título Autor
até onde a obra pode levar o escritor Escrito por Caco Ishak
Não lembramos dos rostos invisíveis Escrito por Maria Valéria Rezende
O livro que me levou ao tribunal Escrito por Reginaldo Pujol Filho
Uma história de horror entre sapo e príncipe Escrito por Ronaldo Correia de Brito
Outubro é um mês auspicioso Escrito por Paula Fábrio
As criaturas nunca vêm a passeio Escrito por Sidney Rocha
Cada conto escrito é como desatar um nó Escrito por Bruno Liberal
O amor nos tempos do gás lacrimogêneo Escrito por João Almino
Livrei-me de pesos jornalísticos Escrito por Igor Gomes
Quando a viagem vira álibi da escrita Escrito por Tiago Novaes
A mesma luta, o mesmo solo e o mesmo homem Escrito por Socorro Nunes
A casca sobre a qual a vida passa em Matilde Escrito por Matilde Campilho
O que há nas pessoas, pedras ou palavras Escrito por Estevão Azevedo
Escrever para lidar com o labirinto pessoal Escrito por Luciana Hidalgo
Na mente, onde há os desejos mais perversos Escrito por Santiago Nazarian
Enquanto James Joyce não estava me olhando Escrito por Caetano W. Galindo
Sobre o uso de máquinas para fins de mundo Escrito por Débora Ferraz
Sobre a criança que há em cada palavra Escrito por Julián Fuks
Há 10 dias uma conhecida ligou no meio da noite Escrito por Maria Valéria Rezende
De quando chega a hora do romance Escrito por Simone Campos

SFbBox by casino froutakia